quarta-feira, 6 de julho de 2016

Piauí debate a Base Nacional Comum Curricular em seminário com a participação de 290 pessoas

A Comissão Estadual da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) no Piauí, constituída por representantes do Consed e da Undime, realizou na última quarta (29) e quinta-feira (30) o seminário no estado para debater a segunda versão do documento e apresentar contribuições ao texto. A Base está prevista na Lei do Plano Nacional de Educação (Lei 13.005/ 2014) e, de acordo com ela, representa a proposta dos direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento para os alunos da educação básica.
O evento, realizado no auditório do Tribunal de Contas do Estado (TCE/PI), na capital Teresina (PI), reuniu 290 participantes. Entre eles estavam professores da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio das redes públicas e privadas; estudantes do Ensino Médio; representantes da União dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme) e do Conselho Estadual/Municipal de Educação; Secretaria Municipal de Educação/ Comissão da BNCC; entidades vinculadas à educação; Fóruns Municipais e Estaduais de Educação e Fóruns de Formação de Professores.
A segunda versão da Base foi discutida por meio da metodologia sugerida na formação, realizada em Brasília (DF), nos dias 20 e 21 de junho. (Leia mais sobre o assunto aqui) Nesse sentido, foram realizadas palestras, Grupos de Trabalhos e Plenárias.
Para o representante da Undime no Comitê Estadual da BNCC no Piauí, Antônio Silva, discutir a Base é importante para que todos tenham conhecimento do documento e para que possam qualificar as contribuições dentro do processo democrático que foi estabelecido pelo rito atual da Base. "Discutir a base com o chão da escola, com os diretores, com os professores, vai permitir que o documento fique mais qualificado, mais rico e que sua implementação dentro da escola de fato seja possível", afirmou.
O superintendente de Ensino da Seduc Piauí, Carlos Alberto Pereira, representou a secretária de Estado de Educação, Rejane Dias, na abertura do evento e ressaltou a importância do seminário: "É um momento ímpar a sociedade poder participar da construção desse documento". Além disso, Carlos Alberto elogiou a participação dos estudantes no seminário. "Eles são os mais interessados, eles têm a visão do dia a dia da escola".
A partir das contribuições apresentadas durante o evento, o estado deverá elaborar um relatório e encaminhar ao comitê gestor, formado pelo Consed e pela Undime. O comitê gestor irá sistematizar os 26 relatórios estaduais e o distrital para então encaminhar um único relatório ao Ministério da Educação.
Para saber mais sobre os seminários estaduais da BNCC, clique aqui.
Fonte: Undime
https://undime.org.br/noticia/01-07-2016-09-43-piaui-debate-a-base-nacional-comum-curricular-em-seminario-com-a-participacao-de-290-pessoas

segunda-feira, 4 de julho de 2016

ESCOLA VIDAL DE FREITAS TRABALHA OFICINA COM O TEMA "MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE"

DURANTE OS MESES DE MAIO E JUNHO DE 2016, AS EDUCADORAS AURI E TERESA NEUMA TRABALHARAM, BRILHANTEMENTE, OFICINA COM O TEMA “MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE”, ENVOLVENDO OS ALUNOS DA PRIMEIRA SÉRIE DO ENSINO MÉDIO DO PERÍODO DIURNO DA ESCOLA VIDAL DE FREITAS. FORAM DESENVOLVIDAS ATIVIDADES COMO LEITURA, INTERPRETAÇÃO E PRODUÇÃO DE TEXTO, CONFECÇÃO DE OBJETOS UTILIZANDO A TÉCNICA DE ORIGAMI, CONSTRUÇÃO E EXPOSIÇÃO DE FRASES COM ATITUDES PARA PRESERVAR O MEIO AMBIENTE, DECLAMAÇÃO DO CORDEL “O DIÁLOGO DO MEIO AMBIENTE COM A POLUIÇÃO” (DA AUTORIA DO PROFESSOR, POETA E CORDELISTA BAIANO ANTÔNIO CARLOS DE OLIVEIRA BARRETO), APLICAÇÃO DE TESTE DE CIDADANIA E TESTE DE SUSTENTABILIDADE.


quinta-feira, 16 de junho de 2016

PARABÉNS, VIDAL DE FREITAS, PELO ÊXITO EM SUA XI MOSTRA CULTURAL

Visando mostrar a grande riqueza da cultura nordestina e sua importância histórica para a construção do nosso país, a Unidade Escolar Polivalente Desembargador Vidal de Freitas realizou a sua XI Mostra Cultural. O referido evento ocorreu nos dias 28 e 29 de outubro de 2015, cujo tema era "ORGULHO DE SER NORDESTINO: CULTURA POPULAR EM FOCO". Foram desenvolvidas  atividades como caminhada, exposição de trabalhos, apresentações artísticas.

PARÓDIA "OLHA A DENGUE"


terça-feira, 15 de março de 2016

Professores rejeitam proposta do governo do Piauí e greve continua

14/03/2016 16h55 - Atualizado em 14/03/2016 18h19
Categoria afirma que governo quer parcelar em três vezes o reajuste.
Assembleia será realizada com professores para reafirmar greve.
Do G1 PI
Greve dos professores completa um mês e categoria participa de reunião
(Foto: Fernando Brito/G1)
A audiência realizada no Tribunal de Justiça de Teresina nesta segunda-feira (14) pelos professores da rede estadual de ensino e o governo do Piauí terminou mais uma vez sem conciliação. Segundo Kassyus Lages,  professor e integrante do Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado do Piauí (SINTE), a proposta apresentada pelo governo não foi satisfatória.
saiba mais
“Nessa audiência o governo quer parcelar em três vezes o reajuste salarial de 11,36%. Se nós não estávamos aceitando que parcelassem em duas vezes, imagine em três. Não concordamos e a greve continua. Eles não estão facilitando para que a gente chegue a um acordo”, declarou o professor.
Segundo a secretaria de administração, a proposta de dividir o aumento em duas vezes não foi aceita porque desestabilizaria a folha de pagamento do governo a partir de abril, podendo ocasionar atraso de salário de todos os servidores públicos estaduais.
Com a continuação da greve, o governo do Piauí está solicitando que o Tribunal de Justiça do Piauí se posicione contra o descumprimento do pedido da volta de 70% da categoria às salas de aula e, consequente, aplicação da multa por desrespeito à decisão.
Uma assembleia do Sinte será realizada nesta terça-feira (15) no Teatro de Arena para reunir a categoria e reafirmar a greve.
Entenda o caso
A greve dos professores já dura um mês. A categoria reivindica o reajuste salarial de 11,36% estabelecido pelo governo federal. As aulas iriam começar no dia 15 de fevereiro, mas os professores de 600 escolas públicas decidiram não iniciar o período letivo. Através de uma decisão judicial o Tribunal de Justiça determinou que 70% da categoria voltassem às salas de aula podendo levar multa diária de R$ 100 mil caso não cumprissem a liminar.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015